domingo, 13 de dezembro de 2009
Fly me to the moon - Frank Sinatra
Fly me to the moon
Let me play among the stars
Let me see what spring is like on
Jupiter and Mars
In other words, hold my hand
In other words, baby, kiss me
Fill my heart with song
And let me sing for ever more
You are all I long for
All I worship and adore
In other words, please be true
In other words, I love you
Fill my heart with song
Let me sing for ever more
You are all I long for
All I worship and adore
In other words, please be true
In other words
In other words
I love you
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
(...)

A paixão cresce na mesma medida que a rejeição, mas isso sempre foi assim. Foi sempre assim e sempre doeu. É um incômodo. É uma dor. E como dói! Quando saio todas as manhãs para observar o dia e, eventualmente, me apaixonar de novo. Não esperava que aquela paixão arrebatadora tomasse meu coração. Acho tudo isso muito engraçado e dou risadas despretensiosas. Mas aos poucos vou tomando consciência que já não posso controlar esse sentimento e aos poucos o riso cessa. O silêncio é assustador. A paixão intimida. Sinto medo. Volto a sorrir. A paixão vence e me silencia. Estou apaixonada! (Constatação!) Posso ser/estar boba, mas não sou burra. Sinto que você também está. E por mais que tente disfarçar os seus olhos já te entregaram. A paixão me cegou tanto que já não enxergo outra pessoa em minha direção. Apenas você. A paixão é tão grande quanto a minha dor. E às vezes sinto um tremor tão intenso como se estivesse a um segundo da morte. E é nessa hora que a vida se revisa diante dos meus olhos. Toda paixão que senti foi apenas um ensaio para a paixão que sinto por você. Não podia desviar meu olhar do seu, pois o visgo já havia me prendido. E eu nem tentei ir contra. Meus olhos de ressaca se intrometeram em seu itinerário e fui capturada pela paixão. A vida se enche de esperanças com você em minha íris. Quando você passou por mim só restava fazer uma coisa naquele instante: olhar para trás, olhar para você. E prometer a paixão que jamais sentira. A paixão que fizera meu peito arder como em doença. Sua passagem por mim foi tão rápida. Dois ou três segundos. Milésimos talvez. Naquela troca de olhares eu era só íris e compreensão. Passei a compreender a vida ali, exatamente, ali. As coisas pareciam mais significativas. O mar. O sol. As gaivotas aos pares. As flores no jardim. Os apelidos amorosos. Poderia falar para você não ir e tocar em sua mão e pedir para ficar. Mas eu também tinha que seguir. A paixão me deixou tonta e, extremamente, desnorteada. A paixão amoleceu meu coração. Estou tão feliz e cheia de vida. Minha vida começara ali naquele instante...
domingo, 8 de novembro de 2009
(...)

Já faz um tempo que queria te escrever essas palavras. Hoje é domingo e tomei um gole de coragem sem gelo. Todas as palavras que escrevo. Todas as minhas buscas. São para você. São para um segundo seu. Para me ver refletida em seus dentes. Espero horas. Às vezes dias e semanas. Para te abraçar por cinco segundos. Para sua mão tocar em meu rosto por milésimos. Investigo seus horários e roteiros. Para esbarrar em você por acaso. Escrevo poemas. Canções de amor. Ensaio palavras em francês. E tudo isso é para ter você perto de mim. Todas essas palavras são para te sentir. Todas as coisas que acontecem comigo são guardadas para você. Escrevo cartas de amor e um dia entregarei. Ensaio bom dia. Eu quero escrever, mas as palavras escorrem. Escorrem rapidamente e já não consigo alcançá-las. Eu sei que pareço boba, mas o amor me deixa assim. E se quiser podemos nos encontrar na próxima esquina. Até quando posso esperar? Até o seu tempo, pois o meu é sempre tarde e urgente. Eu quero pegar o tempo para nós. Eu quero não ter pressa com você. O que você quer? O que você pensa? Me diz, talvez possa realizar suas vontades. Desejo ser sua camiseta favorita. Ser suor. Seus cílios. O que você quer falar? Fala! Você desacredita do amor? Como pode? Se ele está aqui e me faz caminhar. Sente meu desespero, minha agonia, minha angústia... Isto é amor. Vem me aquietar. Estou tão confusa, falante e você continua tão elegante tomando seu café. Gosto de estar ao seu lado e sentir o vento de sua mão enquanto você fala gesticulando. Observo, atentamente, seus passos macios e parece sempre que pisa com pantufas. Ouço aquela canção e lembro de você. Já faz tempo que quero te escrever essas palavras. Ah, há muito tempo que quero! Mas às vezes sou tão tímida e desajeitada. São tantos planos. Sonhos. Curvas e uma direção contigo ao meu lado. Meu pulmão adoece sem seu perfume. Eu tento dizer em palavras aquilo que sinto explodir em mim. É como se eu pudesse ouvir o som da bolha de ar quando explode. Eu tento escrever aquilo que vejo através de você, mas... Como é que se diz? Eu tento dizer...
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Hoje é dia de festa!!!
É dia da minha festa.
É um dia muito especial!
O dia em que me sinto mais feliz!!!
E esse bolo aí de cima representa muito do que sou e do que vivo.
Gosto muito de cores e de alegria.
E de viver a vida de uma maneira colorida, ou seja, sorrindo.
Mesmo com todas as dificuldades.
O bom mesmo é ser feliz e sorrir para tudo e com todos.
Gostaria de empoemar a vida de todos vocês hoje, como um ventinho de final de tarde.
Para que vocês pudessem compartilhar comigo a alegria que estou vivendo!!!!
Parabéns para mim!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Uhuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Uhuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
(...)
Apenas por hoje e nesse instante. Apenas por agora. E não depois. Nesse segundo e não no próximo. Preciso do seu colo. Preciso deitar minha cabeça sobre suas pernas. Preciso que você enrole meu cabelo com as pontas dos seus dedos. Preciso de um cafuné. Minhas pernas encolhidas no sofá. Queria mesmo caber inteira em seu colo. E lá ficar até o medo passar. Meu corpo todo em seu colo. Tento me encolher ao máximo, mas minhas pernas são compridas. E numa tentativa desesperada de fazer parte de você. De estar em você. Sento em seu colo. Seus braços me abarcam. Enrosco minhas pernas nas suas. Abraço você bem forte. Minhas mãos trêmulas apertam suas costas com força. Minha cabeça lado a lado com a sua. Olhamos em caminhos opostos. Poderia ser sua guardiã, mas nesse momento. Nesse momento em que escrevo. Preciso de sua proteção. Preciso que você não fale nada. Apenas faça algo para acabar com minha dor. É verdade não preciso de muitas coisas. Somente do seu carinho e bem querer. Por favor, nada fale! Continue abraçando meu corpo com toda força que tiver em seus braços. Continue apertando meu corpo ao seu. Continue somando-se a mim. Agora nesse instante e não próximo. Nesse segundo em que te escrevo e no próximo quando parar...
sábado, 10 de outubro de 2009
Algumas Palavras para a minha D-I-V-A, D-I-V-A minha

Hoje é o seu aniversário!!! E fiquei pensando em um presente bem legal. Um presente daqueles que ao abrir você possa falar: Uauuuuu!!!!!!! Mas eu só tenho um punhado de palavras em minhas mãos e essas palavras já foram apresentadas a você. Eu tenho também em meu peito um cadinho de carinho imenso que sinto por ti. Eu gostaria de desejar lhe todas as maravilhas do mundo, mas será que já não as têm? Bem, aí vão as palavras repetidas sim, mas o carinho, o amor, a admiração que sinto renova-se a cada dia na saudade que carrego. Feliz Aniversário!!!!
As palavras exigiram ser escritas para você. O que posso fazer logo eu uma aprendiz de poeta amadora senão escrever? Escrevo pela missão que foi imposta a mim. Escrevo, porque preciso das palavras para viver, respirar. Eu sou apenas um meio entre as palavras e sua realização. O papel dedicado a mim nesse texto é somente o de mediadora. Eu sou somente um instrumento. As palavras seguem seu rumo. Eu apenas escrevo como um ato involuntário. Escrevo para quem sabe um dia apropriar-me da escritura que apropria-se de mim. Mas esse texto que insiste em ser escrito nesse momento não é sobre mim e nem sobre o texto. Esse texto é para/sobre você. Para você sorrir e sentir-se abraçada nessas palavras. São palavras de conforto e carinho. De cuidado e admiração. De encantamento e paixão. Eu apenas gostaria que você soubesse o quanto sou feliz por tê-la conhecido. Mas antes eu gostaria de falar que para escrever para você meu coração enche-se de ternura. O sentimento percorre em mim e transborda em cada palavra desse texto – texto poema. Eu queria mesmo era ter uma voz bem forte para cantar uma canção de jazz ou blues para embalar você. Eu gostaria de pedir emprestado a voz de Amy e cantar especialmente para você. Eu gostaria de ir além e encantar você com minha música, mas cantora não sou. Sou uma amante das palavras que se encantou ao ouvir o seu – Boa noite! – Que encantou-se ao ouvir sua voz declamando poemas nas aulas perfeitas de lírica. Que narrador caberia a mim nesse texto que escrevo? A emoção que penetrava em meus poros entrava em minhas veias e explodia em meu frágil coração que saltitava desesperadamente feliz. Meu coração explodia em meu peito. Gostava mesmo de fingir que você não estava na sala e, assim, poderia levantar os olhos tranquilamente e encontrar os seus casualmente. Dessa forma, brincava com a emoção, porque sentimentos bons podem e devem repetir-se sempre. Isso faz bem. O que eu queria mesmo era poder seqüestrá-la um dia e levá-la para os federais. Eles, os federais, são tão canônicos, cansativos e chatos. Precisamos, nós os alunos, de você! Precisamos que você desperte em nós o tesão, provoque o desejo em descobrir o novo. Ou mesmo que posamos (re)conhecer o antigo com outros olhos, com novos olhares, outras perspectivas. Os federais me deixam frustrada e me fazem brochar. Deixemo-los de lado e suas vidas incolores. Sayo, DIVA minha, já não sei o que escrever para/por/sobre você. Seria como se eu tivesse a força em escrever o indescritível. De narrar o inarrável. Mas eu ainda posso falar algumas coisas que não foram ditas. Quando você adentrou naquela sala parecia que a noite tinha se transformado em dia. Ainda melhor poderia afirmar que você foi o sol que iluminou rostos repletos de nervosismos e sedentos de conhecimento. A sua luz refletiu em mim e após ser iluminada por você já não posso ser a mesma. Nem mesmo posso fingir e esquivar-me do seu sorriso iluminado que é um convite a vida. Naquela noite o brilho das estrelas e a luz da lua foram ofuscados pela sua luz. Pelo sol. O seu sol. Poderia, eu, agora fazer uma das brincadeiras que mais gosto de fazer com as palavras. Gosto de fazer uns neologismos bobinhos e engraçados, mas que alegram corações felizes. E se eu fizesse uma junção do SAYONARA + Amaral seria igual à SAYOMARA! Sayomara! Sayo maravilhosa! Sayomara, minha DIVA, DIVA minha. Posso ir um pouquinho mais além, porque sou ousada e incansável. Posso, porque quando escrevo posso (quase) tudo. Gostaria de parafrasear Calcanhotto e cantar com minha voz desafinada, mas antes disso lembro Jobim e já me desculpo por não ter uma voz de DIVA como a sua. “Se você disser que eu desafino amor / Saiba que isto em mim provoca imensa dor / Só privilegiados tem o ouvido igual ao seu / Eu possuo apenas o que deus me deu...” Agora sim posso parafrasear Calcanhotto:
“Vamos comer Sayo
Vamos desfrutá-la
Vamos comer Sayo
Vamos começá-la
Vamos comer Sayo
Vamos devorá-la
Degluti-la, mastigá-la
Vamos lamber a lírica
Pelo óbvio
Pelo incesto
Vamos comer Sayo
Pela frente
Pelo verso
Vamos comê-la crua”
“Vamos comer Sayo
Vamos desfrutá-la
Vamos comer Sayo
Vamos começá-la
Vamos comer Sayo
Vamos devorá-la
Degluti-la, mastigá-la
Vamos lamber a lírica
Pelo óbvio
Pelo incesto
Vamos comer Sayo
Pela frente
Pelo verso
Vamos comê-la crua”
Eu apenas queria falar-lhe essas coisas que há muito estão sufocadas em meu frágil coração, porque “No fundo do peito / Bate calado, que no peito dos desafinados / Também bate um coração.”
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