Eu gosto quando escrevo e você me observa. Eu gosto de palavras bonitas. Eu gosto do seu sabor. Eu gosto de saber que você está ali. Eu gosto de tomar café com você, mesmo quando não tomo café. Gosto quando você termina e não me espera terminar. Gosto do seu sorriso. Gosto do seu cheiro. Gosto de melancia. Gosto de Clarice Lispector. Gosto de Florbela Espanca e você também. Gosto do frio e de sentir seu abraço bem apertado me aquecendo. Gosto daquela sua camisa velha que tem seu cheiro. Eu gosto de ficar sozinha com você por perto. Eu gosto de músicas que você não gosta. Eu gosto de músicas que você gosta. Eu gosto de olhar o horizonte. Eu gosto de olhar fixo para qualquer coisa. Gosto quando você tenta adivinhar meus pensamentos. Gosto quando você me surpreende. Eu gosto de surpreender você. Eu gosto quando você faz carinho em minha orelha. Eu gosto quando você cheira meu pescoço. Eu gosto dos seus cuidados comigo. Eu gosto de cuidar de você. Eu gosto de olhar as outras casas pela janela e pensar nas rotinas daquelas pessoas. Eu gosto de olhar as pessoas andando em todas as direções apressadas. Eu gosto quando você liga e diz que já vem. Eu gosto da cor rosa. Gosto por você gostar de caranguejo. Gosto de peixe. Gosto por você gostar de carne. Eu gosto de acordar ao seu lado. Eu gosto de dizer: Bom dia! Eu gosto quando você espirra várias vezes sem parar. Eu gosto de sentir o seu carinho quando estou dormindo. Eu gosto de dizer: Boa noite! Eu gosto das suas unhas. Gosto dos seus dentinhos. Gosto quando eles sorriem para mim. Gosto do seu olhar de carinho. Gosto dos seus olhos verdes, mas prefiro castanho. Gosto quando você pisca o olho para mim. Gosto, porque é inteligente. Gosto de admirar você. Gosto de ter orgulho de você. Gosto da sua determinação. Gosto quando você traz novidades fresquinhas para mim. Gosto da sua sinceridade, às vezes. Gosto do seu gosto. Gosto dos planos. Gosto da nossa casa. Gosto da nossa rotina. Gosto por você gostar de matemática. Gosto do seu pensamento rápido. Eu gosto de fazer cafuné em você. Eu gosto de molhar as plantinhas. Gosto de suas críticas. Gosto de sua perfeição. Eu gosto de sorrir com você. Eu gosto de nós. Eu gosto do nosso. Eu gosto de dormir abraçadinha com você. Gosto de assistir filmes com você. Eu gosto de beijar. Beijar na boca. A todo instante e como se fosse à primeira vez. Gosto de chamar para ter certeza que você está comigo. Eu gosto de você assim mesmo e mesmo assim. Eu gosto de amar você. Eu gosto de desejar você. Gosto porque você gosta de mim. Por quem eu sou. Eu gosto de você. Eu gosto, porque você me faz feliz. Eu gosto de estar com você e ser feliz.sábado, 22 de março de 2008
Para Meu Amor
Eu gosto quando escrevo e você me observa. Eu gosto de palavras bonitas. Eu gosto do seu sabor. Eu gosto de saber que você está ali. Eu gosto de tomar café com você, mesmo quando não tomo café. Gosto quando você termina e não me espera terminar. Gosto do seu sorriso. Gosto do seu cheiro. Gosto de melancia. Gosto de Clarice Lispector. Gosto de Florbela Espanca e você também. Gosto do frio e de sentir seu abraço bem apertado me aquecendo. Gosto daquela sua camisa velha que tem seu cheiro. Eu gosto de ficar sozinha com você por perto. Eu gosto de músicas que você não gosta. Eu gosto de músicas que você gosta. Eu gosto de olhar o horizonte. Eu gosto de olhar fixo para qualquer coisa. Gosto quando você tenta adivinhar meus pensamentos. Gosto quando você me surpreende. Eu gosto de surpreender você. Eu gosto quando você faz carinho em minha orelha. Eu gosto quando você cheira meu pescoço. Eu gosto dos seus cuidados comigo. Eu gosto de cuidar de você. Eu gosto de olhar as outras casas pela janela e pensar nas rotinas daquelas pessoas. Eu gosto de olhar as pessoas andando em todas as direções apressadas. Eu gosto quando você liga e diz que já vem. Eu gosto da cor rosa. Gosto por você gostar de caranguejo. Gosto de peixe. Gosto por você gostar de carne. Eu gosto de acordar ao seu lado. Eu gosto de dizer: Bom dia! Eu gosto quando você espirra várias vezes sem parar. Eu gosto de sentir o seu carinho quando estou dormindo. Eu gosto de dizer: Boa noite! Eu gosto das suas unhas. Gosto dos seus dentinhos. Gosto quando eles sorriem para mim. Gosto do seu olhar de carinho. Gosto dos seus olhos verdes, mas prefiro castanho. Gosto quando você pisca o olho para mim. Gosto, porque é inteligente. Gosto de admirar você. Gosto de ter orgulho de você. Gosto da sua determinação. Gosto quando você traz novidades fresquinhas para mim. Gosto da sua sinceridade, às vezes. Gosto do seu gosto. Gosto dos planos. Gosto da nossa casa. Gosto da nossa rotina. Gosto por você gostar de matemática. Gosto do seu pensamento rápido. Eu gosto de fazer cafuné em você. Eu gosto de molhar as plantinhas. Gosto de suas críticas. Gosto de sua perfeição. Eu gosto de sorrir com você. Eu gosto de nós. Eu gosto do nosso. Eu gosto de dormir abraçadinha com você. Gosto de assistir filmes com você. Eu gosto de beijar. Beijar na boca. A todo instante e como se fosse à primeira vez. Gosto de chamar para ter certeza que você está comigo. Eu gosto de você assim mesmo e mesmo assim. Eu gosto de amar você. Eu gosto de desejar você. Gosto porque você gosta de mim. Por quem eu sou. Eu gosto de você. Eu gosto, porque você me faz feliz. Eu gosto de estar com você e ser feliz.sexta-feira, 14 de março de 2008
Dia do Poeta
A inspiração tem tornado-se constante nesse momento. Se for de inspiração que o Poeta precisa para escrever, eu como aprendiz de Poeta que sou sinto-me totalmente inspirada. Inspirada e Fascinada. Inspiração e Fascinação são palavras lindas. Eu sou um ser que tenho paixão pelas coisas. Tenho não. Sinto. Eu sinto paixão. E sinto uma paixão incontrolável pelas palavras. O trabalho que o Poeta tem em colocar as palavras certas, precisas no verso é algo sublime. Um trabalho árduo. Um trabalho de experimentação. Combinação. Sentimentos. “Cada coisa é uma palavra. E quando não se tem, inventa-se-a.” CL. Quando eu sento para ler um poema é um momento sagrado. De devoção. Leio com o coração. Meu coração se abre. E sinto cada uma daquelas palavras lindas, lidas entrarem em meu coração. E aos poucos ele vai se enchendo de emoções. E sentimentos. Quando leio procuro sentir o que aquelas palavras têm a dizer. Não procuro entender. “Viver ultrapassa todo o entendimento.” CL. Nesse momento meu coração está transbordando de sentimentos e palavras. São tantas as palavras que quero escrever. E elas vão se atropelando em meu caótico pensamento. Quero dizer também que as coisas que escrevo são simplesmente para satisfazer a minha necessidade. Sinto e tenho necessidade de escrever como tenho vontade de respirar. São coisas sem as quais não posso viver. Palavras. Ar. Ah! E tem as músicas também. Ouvi uma música antiga e um refrão não sai da minha cabeça. Eu já conheço essa música há alguns anos, mas inexplicavelmente essa melodia me tocou nesse momento de uma forma singular. “A raça humana é uma semana do trabalho de Deus”. GG. Isso é tão lindo que me emociona mesmo. Meus olhos enchem d’água. São tantas as músicas lindas, ouvidas. Músicas empoemadas, como diria Chico. Que palavra linda! EMPOEMAR. Chico me disse que escrevo de um jeito menino. E eu acho que realmente escrevo desse jeito, porque escrever é simples. Tenho que ser entendida ou melhor sentida. Eu quando comecei a escrever, descobri que a escrita era simples e isso aconteceu quando eu entrei para o mundo encantado das Letras. Escrever é algo muito simples. "Eu não, sou um intelectual, escrevo com o corpo. E o que escrevo é uma névoa úmida." CL. Escrever é empoemar-se. Eu sou uma pessoa empoemada completamente. Transbordo-me de poemas e deixo-me empoemar. E vou empoemada.PS.: Eu nem sabia que hoje era o dia do Poeta, aconteceu e foi mera coincidência. Parabéns Chico! Parabéns Predo! Parabéns a tantos outros.
terça-feira, 4 de março de 2008
Sem Título III
Afilhado querido:Aqui estou numa missão quase impossível e muito especial, preciso relatar a você como foi a minha primeira vez naquela casa. Uma manhã de sol muito quente, muito quente mesmo. Trabalhava o dia todo, mas agora só trabalho à tarde. A marmita já estava me esperando no trabalho. Semana da Calourada de Letras 8.1, mas antes disso precisava saber meus horários e onde seriam as aulas. 401. Pronto. Sou 401. Alguma coisa eu já sei. Já não me sinto tão perdida. As aulas são em português. Lá estou eu. Em frente a um prédio novo. Novinho mesmo. Cheirando a tinta fresca. Prédio aqui é chamado de Pavilhão. Então tá bom, pavilhão. Pavilhão de Aulas da Federação 03. PAF 03. Só não consigo entender, porque é Federação se o Pavilhão fica em Ondina? Vários calouros disputavam à mesma coisa que eu. O horário. Alguém grita: Quem já achou LET A 09 com Luís Henrique? Estava mais perdida ainda. Procurei por Evelina de Sá Hoisel, mas só achei um tal de Thiago Martins. Completaram minha grade por mim. Algum calouro, como eu, mas experiente (eu acho) fechou meu horário todo. Eu queria ficar quieta, nem queria conhecer as pessoas que ali estavam. As pessoas são muito solidárias. Eu queria silêncio. Queria sentir tudo aquilo ali, mas as pessoas não deixaram. Faltava saber onde seria a aula de Latim. Vamos para o ILUFBA. A aula será aqui mesmo? Por quê? Porque quem ministra as aulas é a Profª Rosauta, diretora de alguma coisa (que eu não lembro mais) e não pode se ausentar do Instituto. Se é assim então tá bom. São muitas informações despejadas no primeiro dia. As aulas são no PAF 03, menos a de Latim que é no ILUFBA. Um ao lado do outro. Maravilha! Nada de aulas no PAC. Nem em São Lazaro. Pelo menos por enquanto, assim me disseram. Encontrei uma pessoa do CEFET. Minha caloura, ela gritou. E foi logo avisando: - Nem me abrace porque eu estou toda suada. Então quando ficamos frente a frente. Ela me deu um abraço bem apertado. Logo ela se foi e lá estava eu perdida novamente. Primeira semana de aula, sem aulas. Uma semana dedicada aos calouros. Esperei ansiosamente pela palestra de Evelina de Sá Hoisel, mas houve um imprevisto e ela não foi. Ainda não foi dessa vez que a conheci. Agora ficou muito claro quando você me falou para maltratar um pouco. O amor é descarado mesmo. Rui Espinheira Filho foi. Uma palestra sensacional principalmente quando falava que não conseguia separar a literatura de sua vida e que literatura é um como, uma condição. Eu quase choro. As manhãs estão vindo devagar. O tempo vai passando de outra maneira, mas as pessoas por aqui andam com tanta pressa e eu simplesmente não entendo o motivo da correria. Eu ainda não cheguei a uma conclusão sobre isso aqui, espero que possa chegar ao momento certo. Eu acho que compreendi quando você diz que é preciso querer muito para continuar aqui. Eu quis, tive que querer muito e sozinha. Em silêncio. Não consigo compreender o que perdi para ganhar, mas temos que abrir mão de alguma coisa para ter outra. Estou ainda confusa com tantas mudanças e novidades. No primeiro dia que estive aqui lembrava de suas palavras a cada instante. E foi como se você estivesse mesmo ali comigo. E me sentia bem. Me sentia segura e de alguma forma protegida. Espero ter clareado sua visão com meu caleidoscópio, mesmo se você quiser ver pelos meus olhos depois. Um poeta como nós, eles que façam as concessões (sempre)!!P.L.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
Sem Título II
Quando eu posto algo aqui no blog. Sinto-me completamente aliviada depois. Algumas pessoas me perguntam porque eu demoro tanto para postar algo novo aqui no blog. E eu respondo em silêncio. Com um sorriso amarelo, sem graça. Sem graça e desconfiado. Se é que é possível. Aqui tudo é possível. Eu escrevo coisas aqui, que me atormentam. Atormentar. ? Não é bem essa palavra. Escrevo coisas aqui que ficam dias e dias em minha cabeça e que não me deixam fazer mais nada. Fico com o pensamento fixo. É de alguma forma o que escrevo aqui no blog me atormenta, porque eu sou uma escrava das palavras. Eu não tenho textos prontos. Nem textos pré-preparados. Miojo. Às vezes sinto uma vontade incontrolável de escrever. Tenho que parar tudo que estou fazendo e escrever. Não consigo dormir. Aquela idéia fixa não sai da minha cabeça. Quando escrevo é um alívio. Um alívio triunfante. Ao mesmo tempo que sinto um alívio, sinto um vazio. Vou me fazer entender. Quando escrevo sinto as palavras saírem de mim. Elas saem de dentro de mim e vão diretamente para o papel. Torno-me então vazia. Fico esvaziada. Esvaziada de tudo. Sentimentos. Idéias. Emoções. E para encher novamente leva um certo tempo. Bom, agora quero escrever sobre algumas coisas que tem tirado meu sono. “Carnaval é a invenção do Diabo que Deus abençoou” CV. O carnaval é lindo. Todos. Juntos. Vamos. Pular Carnaval. É perfeito. Pobre. Rico. Intermediários. Negros. Brancos. Afros. Pardos. Pagodeiros. Axezeiros. Turistas nacionais e internacionais. “Atrás do trio elétrico só não vai quem já morreu.” CV. Eu vou. Viva. ! Estava lendo as Infrutescências do meu amigo Predo e comentei algo sobre quando era pequena e que só assistia o Marinheiro Popeye para vê-lo roubando uns beijinhos em Olívia Palito. Que romântico! Ainda bem que não me perguntavam sobre o tema, mesmo se tivesse acabado de assistir eu não lembraria. Possivelmente não saberia responder. Como até hoje não sei. Se fosse assistir hoje todos os episódios seriam inéditos. É tão bom ser criança. Por isso eu luto todos os dias para não perder a minha inocência. Quero falar também do meu Amorzinho que arrancou seu primeiro dentinho de leite. E está todo feliz, porque está crescendo. Se ele soubesse como é tão bom ser criança, porque não crescer é fácil. Ele está numa felicidade incrível. E uma teimosia igualmente. Coisas de crianças. Fiquei tão feliz, porque Alicia Keys ganhou um Grammy. Ouça. "No One". E fiquei radiante com Amy Winehouse. Ela ganhou cinco Grammys. Ouça "Rehab". "Back to Black". Ouça todas as músicas de Amy e se deixe contagiar. E fiquei tão triste por Henri Salvador. “Quem não sentiu o suingue de Henri Salvador?” CV. CV realmente é um gênio. Um gênio fora da lâmpada. Para quem não sabe CV é Caetano Veloso. Já estou ficando novamente vazia e aliviada. Ou seria aliviada e vazia? domingo, 20 de janeiro de 2008
Sem título
Salve, salve!! O ano nem bem começou e eu já estou a mil por segundo. Um turbilhão de sentimento e idéias loucas que surgem em minha cabeça. Nem eu sei como agüento. Um dia piro, mas enquanto isso não acontece. Eu escrevo. São tantas coisas. Tantos sentimentos e muitas emoções. Muitas mudanças acontecendo que eu nem tenho tempo para pensar. Pensar para quê? O importante é viver. E eu vivo sempre. São tantos detalhes, tantas coisas miúdas que se perdem pelo meio do caminho e que esquecemos de procurar. Na verdade nem sabemos como perdemos. Eleja aquilo que é bom e que te faça feliz. Eu elejo a inocência. Eu não quero perder a inocência que trago comigo. Mesmo que no final as coisas fiquem bem. No final tudo dá certo. Vou mudar de Faculdade, não planejei, simplesmente aconteceu. Numa dessas surpresas fenomenais que a vida prega na gente. Aconteceu. E eu tenho que viver isso. Como vou saber se eu não viver? Contrariando muitas expectativas dos outros eu vou trancar a FJA. Oh! Você já está na metade do curso. E daí? Tenho que saber como é lá. Tenho que ter opções. Tenho que viver. Mesmo que me arrependa no primeiro dia de aula. Se eu não for não saberei. E tudo que vive na FJA? Foi tudo tão lindo. Estressante. Intenso. E sofrido. Levarei tudo comigo. Sorrisos. Abraços. Olhares. Amizades. As pessoas incríveis que conheci viverão para sempre comigo. Mesmo que eu não as veja mais. Os professores chatos, os legais. Tudo será muito bem aproveitado. Cada um na sua. E eu tentando absorver o máximo, mesmo quando não entendia. Minha primeira final. Nossa! Sofri tanto, mas aprendi uma lição. Eu simplesmente detesto fonética. Não nasci para estudar fonética. Prefiro lingüística a fonética. Prefiro literatura a lingüística. É impossível falar em literatura e não falar em Sayonara Amaral. Pense numa pessoa inteligente. Ela é um gênio. Ela é M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-A!. Com todas as letras maiúsculas. Quando eu ouvi Amy Winehouse, eu pensei Sayonara vai gostar disso. E ela gostou. Eu sabia um segredo sobre Sayonara, mas agora eu sei dois segredos. E eu não posso contar. Talvez não seja segredo, mas é melhor não falar. E escrever pode? Minha mão ta coçando para escrever, mas eu não escrevo. Deixa pra lá. Eu só sei que uma pessoa que estuda Letras e que não é aluno de Sayonara Amaral, essa pessoa é frustrada. Pode ter certeza disso. Se você conhecer alguém que estuda Letras e essa pessoa for triste. Você já vai saber não foi aluno de Sayonara Amaral. Eu sou feliz. Chega de tietar. Eu sei que uma vez entreguei umas coisas (uma coisas dessas loucas que escrevo sem controle) para Sayonara ler e ela simplesmente perdeu. Eu como fiquei? Simplesmente eu adorei ela ter perdido tudo. Imagine se ela não gosta. Ta perdoada Sayonara. Até rimou. Predo (É Predo mesmo) eu vou ouvir seu conselho viu. Vou chegar lá naquela Faculdade de sei não. Vou chegar, chegando e arrebentar! Eu espero realmente arrebentar. Lá não tem ar-condicionado. Lá não tem bebedouros. O elevador não funciona. Todo mundo entra lá. E daí? Ainda assim lá é melhor. Ainda assim lá é a melhor. Eu fui lá e vi tudo isso com meus próprios olhos. E daí? Ainda assim lá é a melhor. É a FJA é muito boa, muito boa mesmo. Podem arrancar tudo de você, mas a única que não conseguirão levar é o seu conhecimento. Eu vou para lá levando todo conhecimento que adquiri na FJA. Será uma adição. Uma multiplicação. São tantas coisas. E eles estão na França novamente. Daqui a pouco é Carnaval, mas antes tem a Lavagem de Itapuã. E antes da Lavagem de Itapuã teve a Lavagem do Bomfim. Eu quero falar de Itapuã. Itapuã é um lugar encantado. Tem cheiro de mar. Tem pessoas felizes. Tem cheiro de protetor solar. Tem cheiro de rua. Tem até sereia. Tem Lagoa também. Tem poetas. Tem rua com nome de Literatura. Rua da Poesia. Rua da Música. Tem Vila dos Ex-Combatentes. Tem rua da Ilha. Posso escrever aqui um milhão de coisas. Eu continuo apaixonada por Clarice Lispector. Adélia Prado. Florbela Espanca. As novas paixões que chegam para ficar. Serão todas muito bem-vindas! Não esqueci das histórias de amor. Elas estão chegando. Deixa o ano começar direito que escrevo mais. Sayonara.
domingo, 16 de dezembro de 2007
Saudades daqui
Estou morrendo de saudades de escrever aqui. Quero escrever tantas coisas, mas tá tão complicado. Saudades. Saudades. Tenho escutado tanto Amy Winehouse é uma pena que ela use tanta droga, quero levar ela para casa e cuidar dela, mas tá difícil. Foi difícil também dizer até logo para Mi no aeroporto, cheguei atrasada. Quase cheguei perdi a minha matrícula na Faculdade, obrigada Enna. Quase fui para final, mas no final deu tudo certo e final que é bom não fui. Aêêê!!! E a tragédia da Fonte Nova, sem comentários. O Baêa na 2ª divisão. E a CPMF que não foi aprovada (não tô comendo nada, vem alguma bomba por aí). Daniela Mercury ganhou o Grammy (Balé Mulato). Caetano Veloso também (Lindo!). Gilberto Gil não é mais Ministro (?). Eu estou cada dia mais apaixonada pela vida. E as pessoas que vão começar a dieta na segunda-feira. Boa sorte! É Natal, Viva! É o Ano Novo que se aproxima. Ano que vem tudo será diferente. Coisas do dia-a-dia. Essas coisas pequenas eu amo. Amo o cotidiano. Não falo mal da rotina, porque a rotina é mega importante. Me apaixonei por Ferreira Gullar, e agora? Eu amo, amo escrever. São tantas coisas. Machuquei minha mão e não posso escrever mais. Até a melhora. Saudades, saudades...sábado, 6 de outubro de 2007
Histórias de Amor

Tenho pensado muito em escrever sobre o sentimento que norteia todas (ou quase todas) as relações humanas, o AMOR. São histórias de amor lindíssimas que valem a pena serem contadas, algumas com finais felizes outras nem tanto, mas para mim todas as histórias de amor têm finais felizes, mesmo quando um se separa do outro e vai para o Japão. Existe algo mais sublime que sofrer por amor? Bem, para mim, uma simples mortal, aprendiz de poeta, NÃO. Sofrer por amor é lindo, é mostrar que somos humanos, que somos de barro. Sofrer por amor é tudo. É procurar culpados e não achá-los. É procurar soluções e não tê-las. É sentir dor e não ter remédios. É procurar descobrir em vão como e onde as coisas se perderam. É prometer. É jurar. É tentar achar uma forma de aliviar a dor. É não querer repetir os mesmos erros. É chorar, é chorar. Chorar com os filmes de sessão da tarde. Chorar no ombro das amigas. É ter olhos vermelhos. São noites sem dormir. É tentar em vão dizer que não vai mais amar. É desacreditar. É curar um desamor amando. Só um amor cura outro amor. Isso é verdade popular. O povo sabe tudo. Quem sou eu para discordar. Não existe outra coisa para curar um amor perdido. Só encontrando outro amor. O amor é lindo! Amar é tudo de bom. Amar. Amar. Só mesmo minha poeta linda, Florbela Espanca para traduzir meu pensamento sobre amar.
Amar!
Eu quero amar,
amar perdidamente!
Amar só por amar:
aqui... além...
Mais Este e Aquele,
o Outro e toda a gente...
Amar! Amar!
E não amar ninguém!
Recordar?
Esquecer?
Indiferente!...
Prender ou desprender?
É mal? É bem?
Quem disser que se pode amar alguém
Durante a vida inteira é porque mente!
Há uma primavera em cada vida:
É preciso cantá-la assim florida,
Pois se Deus nos deu voz,
foi pra cantar!
E se um dia hei de ser pó,
cinza e nada,
Que seja a minha noite
uma alvorada,
Que me saiba perder...
pra me encontrar...
Florbela Espanca
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